27/05/2012 @ 05:46
27/05/2012 @ 05:46
27/05/2012 @ 05:35
Mas a gente nunca tira tudo. Sempre as esconde aqui, esconde ali, finge para si mesmo que ainda serve. A gente sabe. Que tá curto, pequeno, apertado. É que a gente queria tanto. Tanto. Acredito que arrumar a bagunça da vida é como arrumar a bagunça do quarto. Tirar tudo, rever roupas e sapatos, experimentar e ver o que ainda serve, jogar fora algumas coisas, outras separar para doação. Isso pode servir melhor para outra pessoa. Hora de deixar ir. Alguém precisa mais do que você. Se livrar. Deixar pra trás. Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. — Caio Fernando Abreu. (via anrcc)
27/05/2012 @ 04:57
No fim das contas o passado deve servir para alguma coisa. — (Chico Buarque)
27/05/2012 @ 04:54
É apenas saudades das coisas simples que o tempo levou. 

É apenas saudades das coisas simples que o tempo levou. 

27/05/2012 @ 04:51
Sempre quis alguém que me ouvisse. Não as bobagens que falo de vez em sempre. Mas o que minha alma não sabe dizer. Que fizesse esforço para captar tudo que não sai da minha boca. — (Clarissa Corrêa)
27/05/2012 @ 04:44
Ô minha filha, as suas dores não são as maiores do mundo e nem vão ser. Sacode a poeira. Toma um banho de rio. Abre essas asas. Grita alto, chora baixo. Pula alto e cai de cara. Desenha toda a beleza do mundo. Compra uma caixa de lápis de cor e sai aí colorindo a vida. — Tati Bernardi   (via verborragias)
27/05/2012 @ 03:01
Se apegue a uma árvore, a um animal, a uma caneta, se apegue até a uma pequena pedra encontrada no chão. Mas se não quiser sofrer, não se apegue a uma pessoa. — Escritora de boteco  (via verborragias)
27/05/2012 @ 02:56
27/05/2012 @ 02:48

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